33 MILHÕES € DO PAVILHÃO ATLÂNTICO, PARA CAVACO

33 milhões de impostos perdidos na venda do Pavilhão Atlântico, um roubo descarado.

"O Pavilhão Atlântico foi vendido por 21,2 milhões de euros ao Consórcio Arena Atlântico, no qual se inclui Luís Montez, dono da Música no Coração e genro do Presidente da República. O equipamento custou ao Estado 50 milhões de euros e “era rentável”, tendo os seus lucros triplicados entre 2009 e 2010.

Foto: Público
O Sr Luis Montez comprou o Pavilhão Atlântico 'em saldo'.

Como é que um indivíduo com uma pesada dívida fiscal - 420 mil euros, mais os 66 mil euros de juros de mora porque não paga -ganha o concurso e pode comprar por 21,2 Milhões de euros um bem público cujo valor é cerca de três vezes superior?

A ilegalidade de todo o processo está mais que esmiuçada e revelada, aqui. "Assim sendo, atento o exposto e à situação do procedimento pré-contratual em apreço, considera-se que, ao admitir a proposta apresentada pelo agrupamento em questão, se está perante uma verdadeira fraude à lei, (...)." 

Apela-se a todos os portugueses, que estão contra o saque descarado, a boicotarem os espectáculos do Pavilhão Atlântico. Não comprem bilhetes, não enriqueçam mais os saqueadores que gozam com a nossa miséria. Não aceitem mais, este ultraje. Fontes: Público, Expresso, C.M.

Para além do genro de Cavaco Silva, da Ritmos&Blues, e da actual equipa de gestão do Atlântico, o consórcio vencedor integra, na vertente financeira, um fundo de capital de risco do Banco Espírito Santo, o BESPME.

Segundo noticiou o jornal Público, além de financiar a operação, o BES também assessorou financeiramente Luís Montez.

"A Autoridade da Concorrência decidiu enviar para investigação aprofundada a venda do Pavilhão Atlântico.

(...) o que poderá inviabilizar a operação, apurou o Diário Económico junto de fontes que acompanham o processo. A decisão terá surpreendido o consórcio vencedor do concurso, porque já tinha apresentado um conjunto de compromissos para tentar obviar as preocupações já identificadas pela AdC.

De acordo com outra fonte, que pediu o anonimato, "trata-se de uma decisão inexplicável da autoridade que, face a uma operação de uma complexidade mínima, se prepara para demorar quase um ano para tomar uma decisão".

"A venda do Pavilhão Atlântico está a ser investigada pela Autoridade da Concorrência (AdC), avança o Sol. A investigação está em fase de instrução, estando a ser consideradas as “observações de um terceiro interessado, que expressou as suas preocupações quanto à operação”, segundo a publicação.

O Pavilhão Atlântico, em Lisboa, foi comprado pelo consórcio Arena Atlântico, composto por Luís Montez, responsável da promotora Musica no Coração, pela Ritmos&Blues e pela equipa de gestão da sala de espectáculos.

A ministra Assunção Cristas anunciou que este grupo foi o que apresentou a melhor proposta, no valor de 21, 2 milhões de euros.

O imóvel tinha sido avaliado pelo valor de 8,2 milhões de euros líquidos e 64,6 milhões brutos no final de 2010, como noticiou o i em Maio deste ano. O espaço apresentava uma facturação de cerca de 7 milhões de euros ao ano.

O consórcio vencedor é apoiado pelo departamento de investimentos do BES (BESI) e já tem garantidos os apoios da PT e a Super Bock.

Na corrida à compra do Pavilhão Atlântico estava também a AEG e um outro consórcio formado por Álvaro Covões (Everything is New), a CIP e a Cunha Vaz."

Capital angolano aumenta a sua influência na imprensa portuguesa em sociedade com genro de Cavaco Silva..António Mosquito Mbakassi, conhecido empresário do regime angolano e próximo de José Eduardo dos Santos, em parceria estratégica com o genro de Cavaco Silva, Luís Montez, adquiriu 27,5% do capital do grupo Controlinveste Media, detentor de órgãos de informação como o Diário de Notícias, o Jornal de Notícias e a TSF. ARTIGO | 26 NOVEMBRO, 2013

Em família tudo é mais fácil... convém manter a família por perto. Um bom exemplo!

Acusados de desviar para luxos 250 mil euros de apoios sociais.

Ordenados chorudos, roupas, restaurantes, prendas e férias no Algarve. Uma pequena fortuna foi desviada dos cofres da Cruzada do Bem, pela presidente, filhas e genro. Parte do dinheiro veio da Segurança Social para apoiar infantários e lares de idosos. Durante seis anos, a gestão desta instituição particular de solidariedade sediada no Porto foi depauperada em pelo menos 248 mil euros que deixaram de ser aplicados nos 18 infantários e lares de idosos espalhados pelo Norte do país, destinados a utentes carentes de apoio social.

Será que a Ponte Vasco da Gama, o Pavilhão Atlântico, as acções do BPN, etc, já chegam para saciar a ganancia desta família de marajás Silva?​

Não nos resta muito a fazer contra o saque a que assistimos impotentes, o poder instalado continua impune e destemido, contando com a impunidade que os eleitores lhe concedem nas urnas. Eles sabem que o povo não gosta de exercer cidadania e no dia de julgar os corruptos, 60% do povinho não o faz. Desperdiça os votos. A falta de vergonha que assolou a elite politica e seus associados, cresce à sombra de um povo que falta sempre no dia do julgamento.

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