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Pagavam 11 mil euros por casamentos arranjados com portuguesas

Passou-se em 2014, será que continuam a acontecer?

Alguns funcionários da 1ª Conservatória de Registo Civil do Porto estão a ser acusados de realizarem casamentos ilegais ao domingo, entre portuguesas e paquistaneses, tendo estes o objectivo de obter a nacionalidade portuguesa e, assim, poderem circular livremente pela Europa. Segundo avançou o Jornal de Notícias em 2014, cada cerimónia podia custar até 11 mil euros.
Foto: Noticias ao Minuto
Paquistaneses pagam até onze mil euros para casar com noivas portuguesas. O objectivo final é obter a nacionalidade portuguesa e poder passar a circular livremente pelo continente europeu, evitando as regras contra a imigração ilegal.

Segundo o Jornal de Notícias, uma funcionária está a ser acusada pelo Ministério Público de realizar as cerimónias na 1ª Conservatória de Registo Civil do Porto. Os casamentos eram realizados ao domingo e o líder da rede, o paquistanês Asif Ali, já foi detido pelas autoridades.

Isaura Leite e Susana Brandão, ambas a trabalhar para Asif, tinham a função de recrutar as noivas portuguesas, que, na maior parte das vezes, nem chegavam a saber o nome do futuro marido. Asif, que também se encontrava nacionalizado através de um casamento por conveniência, tratava dos noivos.

Além destas, outra funcionária da Conservatória, Natalina Rita, está a ser acusada de crimes de corrupção e associação de auxílio à imigração ilegal por celebrar as cerimónias.

As noivas ganhavam entre dois a três mil euros e as testemunhas de 50 até 500 euros. O processo será julgado no Tribunal de Santo Tirso e estão em causa três casamentos. A data ainda não foi avançada. 

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