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Uma Voz e um Piano é o novo projecto musical nascido em Almeirim

Uma Voz e Um Piano diz tudo sobre o projecto musical que acaba de nascer em Almeirim e que junta a cantora Patrícia Cruz, 34 anos, e o maestro e pianista Filipe Costa, 40 anos. O duo leva ao palco um espectáculo “com muita intensidade e simplicidade” onde são interpretados temas de autores portugueses, como Pedro Abrunhosa e João Pedro Pais, entre outros.
Foto: O Mirante
O espectáculo tem a duração de 90 minutos e é dirigido a todas as idades. “Como é um concerto mais intimista vamos fazê-lo em salas mais pequenas e cine-teatros. Gostaríamos que o primeiro espectáculo acontecesse em Almeirim”, dizem.

Nenhum dos músicos é de Almeirim. “Viemos cá parar”, dizem divertidos. Filipe é natural do Fundão. Há cerca de 10 anos foi convidado para dar aulas no Conservatório de Música de Santarém e decidiu ir viver para Fazendas de Almeirim, terra que já conhecia e onde já tinha actuado por diversas ocasiões. Hoje ainda dá aulas no Conservatório e também na Academia de Música de Salvaterra de Magos. O maestro faz produção de espectáculos e já passou por diversos projectos musicais. “Toquei em bandas de baile mas hoje já não tenho pedalada para isso”, diz. A par de tudo isto ainda tem tempo para o projecto do Coro das Fazendas “que está a ter bastante projecção e sucesso”.

Patrícia Cruz é natural de Torres Vedras, começou a cantar aos seis anos e profissionalmente a partir dos 16. Também toca piano. Já fez parte de algumas girls band como as Baby ou as Max Girls. “Nessa altura cheguei a ter que andar com segurança atrás devido à exposição que tínhamos”, conta a cantora. Entre os 16 e os 25 anos viveu da música mas hoje é consultora de imagem. “A música é muito efémera”, diz. Já foi bombeira e fez voluntariado. Escolheu Almeirim para viver porque vinha constantemente a Fazendas de Almeirim ensaiar porque os seus músicos eram todos naturais daquela vila do concelho de Almeirim.

Os dois músicos depois de alguns anos na região dizem que já se sentem completamente ribatejanos. Patrícia só sente falta da sua praia. “Fui criada na praia de Santa Cruz e faz-me falta o mar”. Já o maestro levou algum tempo a habituar-se ao calor porque vinha de uma terra onde neva. “Fazia-me confusão ver as pessoas em Outubro já de casaco e eu em mangas de camisa”. O que mais apreciam nos ribatejanos é sua frontalidade. “Não deixam nada por dizer”.

Patrícia diz-se completamente aficionada. “Já era maluquinha pelas corridas de toiros antes de vir para o Ribatejo. Ia muitas vezes à Nazaré só para assistir às corridas”. Filipe Costa também gosta de corridas mas só dos forcados. “Gosto das pegas, principalmente quando correm mal”, confessa.

Fonte: O Mirante

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