O que disse Pedro Passos Coelho em 2014 sobre o BES, lembram-se?

Vá para não cair em esquecimento deixamos aqui o que foi dito em 2014 pelo então Primeiro Ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho.

"Passos Coelho diz que depositantes podem confiar no BES

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, disse esta sexta-feira que os depositantes do Banco Espírito Santo (BES) têm razões para confiar no banco e afirmou não ter dúvidas quanto à tranquilidade do sistema financeiro português.

Foto: Jornal de Negócios
"Os depositantes têm razões para ter toda a confiança quanto à segurança que o Banco Espírito Santo oferece às suas poupanças", disse Pedro Passos Coelho.

O primeiro-ministro, que falava aos jornalistas esta sexta-feira, 11 de Julho, em Lisboa, à margem do Conselho de Concertação Territorial, relembrou a separação entre os negócios da família Espírito Santo e o BES.

"Uma coisa são os negócios que a família Espírito Santo tem e outra coisa é o banco. É muito importante que os agentes portugueses e os investidores externos consigam, não apenas perceber bem esta diferença, mas estar tranquilos relativamente à situação do banco", sublinhou.

"Não tenho nenhuma razão para pôr minimamente em dúvida a tranquilidade, que deve ser preservada ao nível do nosso sistema financeiro e bancário", acrescentou Passos Coelho.

As acções do Banco Espírito Santo (BES) continuam hoje suspensas por decisão do regulador, que vai avaliar "a informação prestada" na quinta-feira pela entidade financeira sobre a sua exposição ao Grupo Espírito Santo (GES).

A determinação da suspensão das acções do BES por parte da CMVM foi feita na quinta-feira ao final da manhã, com o regulador a explicar que aguardava por "informação relevante" por parte da instituição financeira e depois do Espírito Santo Financial Group (ESFG) ter solicitado a suspensão da negociação dos seus títulos e obrigações nas bolsas de Lisboa e do Luxemburgo ao início da manhã.

Na altura da suspensão, na quinta-feira, as acções do BES perdiam mais de 17% para 0,51 euros, enquanto as do ESFG interromperam as transacções quando estavam a cair 8,9% para 1,19 euros.

Fonte: Jornal de Negócios (11 de Junho de 2014)

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