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Ricos riam desta mãe em dificuldades no supermercado

A pessoa que estava na fila deixou todos de boca aberta com o que fez… E os ricos que se estavam a rir desta mãe…

Na altura natalícia, as lojas e centros comerciais ficam a abarrotar, pois todos querem fazer as últimas compras antes do dia 25 de dezembro. Lindsay Rae também é uma dessas pessoas. Ela estava na fila do supermercado depois de um dia de trabalho, e o local estava uma confusão.
Foto: Altamente
Os clientes estavam de mau humor, as crianças choravam… era o caos! Enquanto estava à espera de chegar à caixa, a jovem viu que a mulher à sua frente estava muito atrapalhada. Ela tinha as mãos cheias de coisas, e estava a tentar manter as suas 5 crianças em ordem.

Foi aí que Lindsay se deu apercebeu que as pessoas atrás dela se estavam a rir daquela família. O que aconteceu depois foi incrível. Quando ela contou o sucedido no Facebook, a sua publicação foi partilhada 250 mil vezes e rapidamente se tornou viral, sendo vista por milhões de pessoas. E vai entender o porquê quando ler!

“Ontem à noite eu me fiquei muito tempo na fila do supermercado, o que não é invulgar. A mulher na minha frente estava com 5 crianças com as quais ela estava a lutar por as manter quietas, o que não me pareceu estranho. Essas crianças eram uma mistura de caucasianos com hispânicos, mas eu nem tinha notado até me terem falado.

Sim, falaram-me.

As pessoas atrás de mim, enquanto eu lutava com minha própria criança de colo, começaram a dizer bem alto coisas como:

‘Quantos pais de bebés acha que ela tem?’

‘Nem consegue vestir essas crianças para o frio’.

‘Espere só até ela pegar nos cupões de desconto do estado’.

Eu acalmei meu filho de 3 anos com doces que encontrei no fundo da minha bolsa, e olhei incrédula para o casal normal, bem vestido e que estava a falar, bem… muita PORCARIA.

Eu olhei para a minha frente e vi uma mulher atrapalhada a separar os casacos, meias e roupas íntimas da comida com os separadores pretos de plástico.

Com ela estavam cinco crianças: duas que tinham o mesmo cabelo louro, assim como casacos e calçados quentes, e três de lindos cabelos escuros e olhos profundamente castanhos, olhos tristes, e vestiam calções e chinelos.

Na verdade, ela estava atrapalhada com um cupão de desconto de comida. Ela não sabia quais os botões que deveria apertar para completar a transacção.

O pessoal ‘com classe’ atrás de mim estava suspirando e a dizer: ‘Nossos impostos no trabalho vão para essa gente’.

Eu mandei para eles o que eu imaginei que fosse o olhar mortal que uma mãe de 9 filhos daria com perfeição.

Eu cheguei à frente e perguntei: ‘Posso ajudar? Essas coisas são tão confusas…’.

Ela me olhou.

Eu perguntei baixinho: ‘Eles são de acolhimento ou adoptivos?. Eu tenho 9 filhos… dois biológicos, eu entendo, por favor me deixe ajudar’.

Ela sorriu envergonhada: ‘Sou uma nova mãe de acolhimento, esta é a minha primeira vez a usar um destes (cupões). Eles (as crianças) chegaram há 3 dias, vão passar um tempo comigo. Eles (o governo) deram-nos comida, mas as crianças precisavam de roupas, só que a verba para os gastos deles ainda não entrou’.

Eu olhei para as crianças, sorri, virei-me para ela e disse: ‘crianças lindas. Estou feliz que vocês se tenham encontrado’.

Eu mostrei a ela como usar o cupão, enquanto os idiotas atrás de mim davam palpites.

Eu expliquei que ela não precisa separar os itens, e que eles são separados automaticamente pelo computador na saída, e também lhe disse como fazer depois de passar o cartão.

Ela deu um casaco novo para cada criança, encheu o carrinho, e quando ela ia sair, eu dei um abraço de lado a ela e disse: ‘você consegue’.

Quando eles estavam longe e não podiam mais me escutar, eu me virei com lágrimas nos olhos para o homem e a mulher snobes, bem vestidos, atrás de mim.

‘Aquelas crianças? Eles perderam o direito de viver com os pais há apenas dias. Aquelas roupas? Provavelmente a única roupa que elas têm ou puderam pegar ao sair de casa. AQUELA mulher? Abriu o seu lar para as crianças, crianças que precisavam de um lugar seguro para ir quando o que elas viviam já não era seguro o bastante para elas. Os cupões de desconto são algo com que o setor de saúde e bem estar ajuda uma mãe de duas crianças a agora alimentar três novas bocas’.

‘Não existe mulher ou gente suficiente no mundo como ela’.

Eu virei as costas e comecei a colocar as minhas compras na caixa, e depois virei-me de novo…

Com a voz tremendo, continuei: ‘E ATÉ MESMO SE aquelas crianças fossem todas dela, e ela tivesse uma dúzia de pais e usasse cupões de desconto, nenhuma criança neste país ou em qualquer outro merece passar frio ou fome. Me desculpem, mas o vosso comportamento? Péssimo, péssimo DEMAIS’.

Os meus novos ‘amigos’ saíram da minha fila e foram para outra, em silêncio. Eu peguei um saco de M&M’s de manteiga de amendoim… Quando terminei de pagar, a menina do caixa me deu um sorriso e piscou: ‘Sou mãe solteira que recebe ajuda do governo. O que você lhes disse? Fez muito bem!’.

Eu abri um sorriso e disse: ‘Obrigada, eu não tinha certeza se eu devia ter explodido assim… abrace os seus filhos esta noite’.

Ela disse: ‘Eu vou abraçar. Tenha uma boa noite, senhora, e faça o mesmo’.

Eu chorei muito quando cheguei ao meu carro, coloquei o bebé no banco, carreguei os sacos na mala… e abri o saco de M&M’s.

Para todas as mães de acolhimento e adoptivas por aí… mantenham a cabeça erguida, vocês são as mãos e os corações que os pequenos precisam. Eu tiro o chapéu e mando muito amor a todas vocês”.

É incrível como quem tem mais dinheiro e oportunidades na vida consegue ser tão cruel com aqueles que lutam para sobreviver. Ainda bem que existem pessoas como Lindsay e a mãe de acolhimento do supermercado, corajosas e de bom coração!

Fonte: Altamente

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