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EUA de Donald Trump "aprova" pedofilia

Milo Yiannopoulos, que substituiu Steve Bannon, atual estratega principal da Casa Branca, como editor do "Breitbart News", um meio de comunicação de extrema-direita dos EUA, somou duas polémicas em poucas horas.

A editora Simon & Schuster e a sua marca editorial Threshold Editions anunciaram que, "depois de uma consideração cuidadosa", desistiram de publicar o livro de Milo Yiannopoulos.

Foto: JN
A editora cancelou a publicação da obra, intitulada "Dangerous" ("Perigoso"), depois de tomar conhecimento de que o autor, o ultra direitista Milo Yiannopoulos, "aprova" a pedofilia.

O anúncio ocorreu horas depois de o atual editor do Breitbart ter sido desconvidado pelos organizadores da Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), na qual vão participar Donald Trump e os principais assessores da Casa Branca.

"Devido à publicação de um vídeo ofensivo nas últimas 24 horas aprovando a pedofilia, a União Conservadora Norte-Americana decidiu rescindir o convite", explicou o presidente desta organização, Matt Schlapp, que organiza o evento.

"Continuamos a pensar que a CPAC é um fórum construtivo para as polémicas e os desacordos entre os conservadores, mas entre nós não há desacordos sobre os males do abuso sexual de crianças", acrescentou.

Além de Trump, também devem participar na reunião o seu vice, Mike Pence, e o chefe de gabinete, Rience Priebus, além do antigo diretor do Breitbart, Steve Bannon.

A 1 de fevereiro, Milo Yiannopoulos foi obrigado a cancelar uma palestra na Universidade de Berkley, na Califórnia, na sequência de protestos violentos dos estudantes contra a presença do atual diretor do Breirtbart News.

Fonte: JN

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