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O BES, o Mensalão e o Miguel Relvas, bem isto não para..

Para que não caia em esquecimento, aqui fica mais uma de Miguel Relvas. Não é novidade, mas uns pontos aqui descritos são.

Miguel Relvas não pára de nos surpreender... Desta feita, aparece ligado a personagens do caso de corrupção mais badalado do Brasil, o Mensalão....


As privatizações ainda nos vão trazer muitas surpresas... RTP, TAP, EDP, Saúde da CGD, e o que mais se irá descobrir?

O mais estranho é que, mais uma vez, o BES está metido ao barulho.

"José Dirceu, antigo chefe da Casa Civil de Lula da Silva, foi condenado pelo crime de corrupção activa, depois de ter sido identificado pelo Ministério Público como mentor e "chefe da quadrilha" responsável pelo "Mensalão".

Dirceu manterá fortes ligações a Portugal, designadamente ao ministro Miguel Relvas, à Ongoing, à PT e ao BES.

A coberto da sua actividade como publicitário, Marcos Valério reuniu-se em Portugal com António Mexia, ministro das Obras Públicas entre 2002 e 2004, e Miguel Horta e Costa, presidente executivo da Portugal Telecom entre 2002 e 2006, e com dirigentes do Banco Espírito Santo.(...)

O “Público” escrevia em Agosto último que Dirceu é sócio do escritório Lima, Serra, Fernandes & Associados, chefiado por Fernando Lima, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), actual presidente da Galilei (ex-SLN/BPN). Paralelamente, tem o pé em três sociedades de advogados no Brasil (a JD Consultores, a Oliveira e Silva & Associados, ambas com sede em São Paulo, e a JD&S, de Brasília).

O "Público" revelava ainda que Dirceu tem ligações próximas a Miguel Relvas, ministro dos Assuntos Parlamentares, filiado na mesma loja maçónica de Fernando Lima, a Universalis, e à Ongoing. “Foi João Abrantes Serra, sócio da sociedade Lima, Serra, Fernandes & Associados, que apresentou Dirceu ao presidente e vice-presidente da Ongoing, Nuno Vasconcellos e Rafael Mora". O jornal revelava também que a Ongoing contratara a namorada de Dirceu para colaborar com o grupo em São Paulo."

"Gabinetes de José Dirceu promoveram a entrada de Efromovich na TAP"

CONCURSOS À MEDIDA

A campanha de comunicação do programa Foral, no valor de quase 450 mil euros, foi adjudicada em 2002 a uma empresa de publicidade detida exclusivamente por Agostinho Branquinho, antigo deputado do PSD e actual secretário de Estado da Segurança Social. José Pedro Aguiar-Branco, agora ministro da Defesa, tornou-se presidente da assembleia geral pouco depois da adjudicação.

A adjudicação da campanha de divulgação do Foral foi feita na sequência de um concurso público internacional lançado por iniciativa de Miguel Relvas, de acordo com uma metodologia excepcional que nunca tinha sido usada até então e que nunca mais voltou a ser posta em prática.

Fonte e Foto: Apodrecetuga (2012)

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