FUTEBOL - Portugal é uma república das bananas

O texto começa assim: “Cuspidelas, insultos, ameaças, instruções aos jornalistas, denúncias nos tribunais, visitas aos árbitros... não há limite para a agressividade física e verbal no futebol. Neste caso, no futebol português”.

É um artigo com 361 palavras de um jornalista do “El País” no qual se culpam os dirigentes dos “principais clubes de Lisboa, o Benfica e o Sporting”. “A rivalidade dentro de campo é saudável, a verdade é que esta segue para os extremos no lugar menos esperado, nas tribunas presidenciais”. Mais. “E isto é uma mefáfora, porque o presidente do Sporting nem sequer se senta na tribuna”.

Foto: Adeptos de Bancada
O texto prossegue com críticas a Bruno de Carvalho, o presidente do Sporting que, “antes, durante e depois dos jogos entra dentro dos balneários e, mais do que uma vez, protagonizou incidentes violentos”. A “excentricidade” de BdC e dos seus “posts incendiários e agressivos” compete com a do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, o qual ocupa igualmente o seu lugar neste palco. Por exemplo, “quando se senta na primeira fila nas conferências de imprensa e avisa os jornalistas de que “vai estar atento às perguntas feitas ao seu treinador e ao do treinador adversário”. Além disso, Javier Martín alude aos “argumentários” de ambos os clubes que são passados “aos comentadores” para serem “usados nas tertúlias”. “Um empate ou uma derrota é sempre culpa do árbitro e de uma conspiração”.

AS BANANAS

Este modus operandi, escreve-se no “El País, é próprio de uma “república bananeira”. “Levam multas, sanções, mas continuam a fomentar o ódio entre uns e outros, um ódio que recentemente causou uma vítima mortal [n.d.r. Marco Ficini].

Fonte: Tribuna Expresso

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