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ÚLTIMA - Criada solução para o problema dos drones nos Aeroportos

Aparelho consegue detectar e derrubar um drone em 15 segundos.

Foi criado um dispositivo capaz de detectar e derrubar drones que invadam o espaço aéreo de lugares indevidos ou que necessitam de protecção extra, como aeroportos e edifícios do governo. Esta espécie de canhão electrónico consegue desligar o sistema de comunicação dos drones e obrigá-los a aterrar.

Foto: Flickr
Chama-se AUDS (Anti UAV Defence System, em inglês, que significa Sistema de Defesa anti-veículos aéreo não tripulado e por agora apenas está disponível para usos militares ou governamentais.

O dispositivo tem um radar capaz de rastrear qualquer drone num raio de 10 quilómetros, segundo a CNN. Depois é activado um sistema de interferência que envia um sinal de radiofrequência que afecta os canais de comunicação do drone e obriga o drone a aterrar ou a regressar à base.


O sistema, criado pela Blighter Surveillance Systems, consegue detetar e derrubar um drone em 15 segundos.

Neste momento está a ser estudada a hipótese de colocar AUDS nos principais aeroportos dos Estados Unidos. O custo do sistema varia entre 1,5 e 5 milhões de dólares.

Em Portugal, têm sido reportados nos últimos meses vários incidentes com drones nos aeroportos, que ameaçam pôr em risco a segurança dos voos.

A Autoridade Nacional da Aviação Civil abriu sete processos de contraordenação e remeteu uma queixa para o Ministério Público das 13 ocorrências com 'drones' reportadas pela aviação civil desde a entrada em vigor do novo regulamento, em janeiro.

Este ano registaram-se 14 incidentes com drones reportados pela aviação civil.

Um dos incidentes mais graves aconteceu a 01 de Junho, quando um Boeing 737-800, da companhia TVF, France Soleil, grupo Air France/KLM, com cerca de 160 passageiros, teve de realizar várias manobras para evitar a colisão com um 'drone' a 450 metros de altitude, quando a aeronave se preparava para aterrar no Aeroporto do Porto.

Segundo o regulamento da ANAC, os 'drones' apenas podem "efetuar voos diurnos, à linha de vista, até uma altura máxima de 120 metros, e nos casos em que as aeronaves não se encontrem a voar em áreas sujeitas a restrições ou na proximidade de infraestruturas aeroportuárias".

Os mapas com as zonas interditas e permitidas, assim como o regulamento em vigor, estão publicados na página na Internet www.voanaboa.pt.

Fonte: DN

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