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RTP gasta meio milhão de euros em 47 automóveis


Empresas do Grupo Águas de Portugal adquirem 127 viaturas eléctricas por 2,1 milhões de euros.

A RTP vai gastar 480.991,20 euros, mais IVA, no aluguer operacional de 47 novas viaturas, de acordo com o contrato publicado esta terça-feira no portal Base. O contrato assinado com a empresa Finlog tem um período de 48 meses para um número de quilómetros que varia entre os 40 mil e os 140 mil quilómetros em função da tipologia de viaturas.


De acordo com com o caderno de encargos, os valores a pagar pela RTP por cada mês de aluguer varia entre os 170 euros das viaturas do tipo C e os 300 euros das viaturas do tipo E e F. No final do contrato, dada a limitação de quilómetros para estas viaturas, o custo por quilómetro a mais deverá ser igual ao custo por quilómetro a menos e deverá suportar todas as manutenções que a viatura possa necessitar após a ultrapassar a quilometragem contratada.

“Sempre que a viatura apresente um desvio igual ou superior a 25% face à quilometragem contratada deverá ser apresentada uma proposta de recálculo ao contrato”, determina ainda o documento. 2,1 milhões em 127 viaturas eléctricas O Grupo Águas de Portugal vai gastar mais de 2,1 milhões de euros no aluguer operacional de 127 viaturas eléctricas por um período de 48 meses, de acordo com os dois contratos publicados também esta terça-feira no Portal Base.

O primeiro contrato, celebrado com a empresa Finlog, prevê a locação de 10 viaturas ligeiras de mercadorias e 66 de mercadorias por um valor global de 1,2 milhões de euros mais IVA e o segundo, assinado com a a empresa Leaseplan, 51 viaturas ligeiras de mercadorias por 910,5 mil euros mais IVA. As viaturas serão utilizadas por várias empresas do grupo: Águas do Norte, Águas do Douro e Paiva, Simdouro – Saneamento do Grande Porto, Águas da Região de Aveiro, Águas do Centro Litoral, EPAL, Águas Vale do Tejo, Águas do Tejo Atlântico, Simarsul – Saneamento da Península de Setúbal, Águas Públicas do Alentejo, Águas de Santo André e Águas do Algarve. Ambos os contratos estabelecem que sempre que o desvio de quilómetros for inferior ou igual a 10%, não existe custo nem proveito a apurar.

Se o desvio for superior a 10% e inferior ou igual a 25% “aplica-se o custo unitário definido na proposta, multiplicado pelo número de quilómetros percorridos a mais ou pelo número de quilómetros não percorridos. Se o desvio for superior a 25% e inferior ou igual a 40%, aplica-se o custo unitário definido na proposta agravado em 20%, multiplicado pelo número de quilómetros a mais ou a menos. Já se o desvio for superior a 40% “é obrigatório efectuar o recalculo no fim do contrato, que será obrigatoriamente aceite pela entidade adjudicante”.

Fonte e Foto: Jornal Económico
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